Como conciliar a governança de dados com o Business Intelligence?

5 minutos para ler

Com o avanço das tecnologias, a capacidade de geração e absorção de informações das empresas está crescendo exponencialmente. Isso é bastante positivo do ponto de vista das possibilidades de análise e determinação de estratégias de atuação. Mas implica também em maiores cuidados no que diz respeito à governança de dados.

No artigo de hoje, vamos mostrar como o Business Intelligence se relaciona com esse sistema de tomada de decisões, que é a governança, e como ambos estão sendo utilizados para aumentar a produtividade dos negócios e vencer a concorrência. Continue a leitura!

O que são governança de dados e Business Intelligence?

A governança de dados está relacionada ao sistema de gerenciamento geral da disponibilidade, usabilidade, integridade e segurança das informações utilizadas em uma empresa. Um programa sólido de governança de dados inclui um corpo diretivo ou conselho, um conjunto definido de procedimentos e um plano para executar essas rotinas.

As empresas se beneficiam da governança de dados, pois ela tem o intuito de garantir que as informações sejam consistentes e confiáveis. Isso é essencial, pois mais organizações confiam nesses parâmetros para tomar decisões de negócios, otimizar operações, criar novos produtos e serviços e melhorar a lucratividade.

O Business Intelligence (BI) se refere às tecnologias, aplicativos e práticas para a coleta, integração, análise e apresentação de informações relevantes para o desenvolvimento das operações de um negócio. Tem por objetivo apoiar os processos de tomada de decisão, orientada por dados.

Os sistemas de BI fornecem visualizações históricas, atuais e preditivas das atividades de uma empresa, sendo utilizados para o cálculo e a demonstração de indicadores de desempenho. Na maioria das vezes, utilizam informações que foram reunidas em um data warehouse ou em um data mart e, ocasionalmente, trabalham a partir de dados operacionais.

Os elementos de software suportam relatórios, análises interativas de tabelas, visualização e mineração de dados estatísticos. Os aplicativos lidam com vendas, produção, finanças e muitas outras fontes. Podem também reunir informações sobre outras empresas do mesmo setor, para efeito de benchmarking.

Como esses conceitos se relacionam?

Pela própria definição da governança de dados e do Business Intelligence, fica evidente que há uma ligação entre eles. Enquanto o BI trata das formas utilizadas para coletar informações e transformá-las em conhecimento gerencial, a governança diz respeito às políticas que norteiam e estabelecem os limites para essa prática.

Ou seja, é preciso se preparar para estabelecer uma interface entre ambos. Quando utilizadas em conjunto, elas podem oferecer inúmeros benefícios, como a antecipação de demandas e o aumento na produtividade. A análise de dados, de uma maneira geral, permite a identificação de oportunidades de melhoria e a criação de vantagem competitiva.

A governança acaba sendo uma espécie de sensor para o BI. Por meio dela é que são definidos os procedimentos de utilização e quais são os valores e preceitos éticos que precisam ser observados.

Por outro lado, à medida que as possibilidades na geração e coleta de dados evoluem, a governança também precisa se atualizar. Podemos perceber que é o Business Intelligence que gera as demandas de revisão nas políticas de governança.

Como planejar uma estratégia utilizando governança de dados e BI?

É importante ressaltar que ambos dependem do suporte de outras ferramentas, o que inclui, por exemplo, os métodos utilizados pela empresa para a coleta de dados. Dependendo de quais forem, as possibilidades de uso do BI vão variar e o mesmo acontecerá com as definições da governança. Ou seja, não há um modelo único que se aplique a qualquer contexto.

A vulnerabilidade dos sistemas é outra questão que precisa ser levada em consideração. É preciso mensurar os riscos para estabelecer um plano de mitigação. Quanto mais estratégicas forem as informações que estão sendo gerenciadas, maior a necessidade de se investir em segurança de dados.

A governança de dados e o BI são complementares e fundamentais no contexto de negócios atual. Vivemos na chamada era da informação e deixar de adotar boas práticas em relação a ambos pode ter graves implicações no que diz respeito à competitividade do seu negócio.

Achou este conteúdo interessante? Então, assine nossa newsletter e fique sempre por dentro das novidades!

Posts relacionados

0 thoughts on “Como conciliar a governança de dados com o Business Intelligence?

  1. WilliamPar disse:
    Seu comentário está aguardando moderação. Esta é uma pré-visualização, seu comentário ficará visível assim que for aprovado.

    Xrp defi use cases. XRP, the native cryptocurrency of the XRP Ledger, has been gaining traction in the decentralized finance (DeFi) space in recent years. DeFi refers to a new financial system that operates on blockchain technology and allows users to access financial services without the need for traditional intermediaries like banks. XRP has a number of use cases within the DeFi mysticfinanceorg ecosystem, making it a valuable asset for those looking to participate in this growing sector. One of the main use cases for XRP in DeFi is as a means of payment. XRP is known for its fast transaction speeds and low fees, making it an ideal cryptocurrency for conducting transactions on decentralized platforms. Users can send and receive XRP quickly and securely, making it a popular choice for those looking to transfer funds within the DeFi ecosystem. Another use case for XRP in DeFi is as a liquidity provider. Many DeFi platforms rely on liquidity pools to facilitate trading and lending activities. XRP holders can provide liquidity to these pools by depositing their XRP tokens, earning rewards in the form of fees generated by the platform. This allows XRP holders to earn passive income while also helping to support the DeFi ecosystem. XRP can also be used as collateral for borrowing and lending in DeFi. Users can lock up their XRP tokens as collateral to borrow other cryptocurrencies or stablecoins, allowing them to access additional funds without having to sell their XRP holdings. This can be particularly useful for users looking to leverage their XRP holdings to participate in other DeFi activities. Additionally, XRP can be used for decentralized trading on decentralized exchanges (DEXs). DEXs allow users to trade cryptocurrencies directly with one another, without the need for a centralized exchange. XRP holders can use their tokens to trade with other users, providing liquidity and helping to facilitate a more decentralized trading environment. XRP can also be used for decentralized lending and borrowing. Platforms like decentralized lending protocols allow users to lend out their XRP tokens to earn interest, or borrow XRP tokens by putting up other assets as collateral. This can provide XRP holders with additional ways to earn passive income or access additional funds within the DeFi ecosystem. Overall, XRP has a variety of use cases within the DeFi ecosystem, making it a versatile asset for those looking to participate in decentralized finance. Whether as a means of payment, liquidity provider, collateral for borrowing and lending, or for decentralized trading, XRP offers a range of opportunities for users to engage with DeFi platforms and services. As the DeFi space continues to grow and evolve, XRP is likely to play an increasingly important role in shaping the future of decentralized finance.

Deixe uma resposta